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GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 06/04/2008 (1 A 11)

1. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - I

 

2. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - II

 
3. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - III
 
 
4. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - IV
 
 
5. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - V
 
 
6. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - VI
 
 
 
7. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - VII
 
 
8. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - VIII
 
 
9. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - IX
 
 
10. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - X
 
 
11. GENERAL HELENO NO CANAL LIVRE - 6/04/2008 - XI
 
 
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Mangabeira Unger - Agindo à revelia do Congresso e das Forças Armadas

 
18/04/2008
 

Está passando batido – não por mim e nem por vocês, a partir de agora – peripécia nada engraçada de gente que trabalha no atual governo. Vamos começar do começo.

 

Em fevereiro deste ano, estavam sendo negociados três acordos entre Brasil e Rússia – dois deles prontos à época, e que só faltavam ser assinados (o de intercâmbio de militares em academias, projetos comuns e solução de controvérsias; e o para a troca de informações confidenciais (*)) e um terceiro que tratava de propriedade intelectual e proteção de patentes. À época os ministros Nelson Jobim e Mangabeira Unger estiveram na Rússia por 5 dias, foi divulgado na imprensa, para aproximar os dois países e apresentar as prioridades do Brasil.

 

Os termos e o conteúdo dos acordos precisariam passar necessariamente, pelas consultorias jurídicas de ambos os governos e levados ao Congresso Nacional, antes de poderem ser assinados.

 

Acontece que no último dia 15 de abril, sem nenhuma das duas condições acima citadas serem cumpridas, e também sem que nehuma autoridade militar tivesse sido consultada, o ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, e o secretário do Conselho de Segurança da Federação Russa, Valentin Sobolev, assinaram, em plena capital do Brasil, um abrangente acordo para construção de foguetes, para lançamento de satélites, e aviões.

O acordo contemplaria, segundo palavras do ministro, logo após a cerimônia de assinatura, um tureinameentoo avanzado (traduzindo: "treinamento avançado") na área de cibernética, exsencial paara a defeesa e a evoluzão tecnoolodgia burasileiraa (Traduzindo: "essencial para a defesa e a evolução da tecnologia brasileira"). Unger disse ainda, segundo divulgado pela Agência Brasil, que a associação permitirá o desenvolvimento de aviões militares de quinta geração.

O convênio seria similar ao assinado com a França para a transferência de tecnologias que permitirão a construção do submarino de defesa "Scorpene", que seria movido à energia nuclear, além da de helicópteros e de aviões caça.

Valentin Sobolev, um dos homens fortes do presidente russo Vladimir Putin, de acordo com o que foi divulgado pela Agência Brasil, teria frisado que, com o acordo, os dois países poderiam iniciar "consultas sobre um amplo espectro de questões de segurança" e elevar "o nível das relações" entre as duas nações em relação aos desafios na área de segurança. Uma das idéias previstas no acordo seria, por exemplo, a busca de uma alternativa ao GPS (sistema de posicionamento global), controlado pelos Estados Unidos.

Mas agora essa é ótima mesmo! Quer dizer que fazer parte do sistema de integração/localização por satélite baseado no GPS norte-americano é preocupante e ameaçador, e sem dúvida o é, mas compor um sistema com a Rússia Kagebística de Putin é plenamente seguro e satisfatório? Tudo isso porque o senhor Mangabeira Unger – homem de carreira militar brilhante e extremamente experiente em questões de guerra e de segurança nacional, não é mesmo? – assim o deseja, sem consultar nem nossas Forças Armadas e nem o Congresso Nacional?

Com a palavra as autoridades nacionais competentes... Porque o que cabia a esta jornalista está feito: levar a informação até aos senhores e aos leitores.

Rebecca Santoro

E-mail: rebeccasantoro@gmail.com

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LULA QUER EXPLICAÇÕES. NÓS TAMBÉM

 
LULA QUER EXPLICAÇÕES. NÓS TAMBÉM
Por Rebecca Santoro
 
Brasília, 18 de abril de 2008

 

Por que a imprensa está dando tanta cobertura ao general Heleno, comandante geral da Amazônia? Talvez seja um bom sinal. Vou limitar a isso a minha observação sobre esse fato. Levantei a bola, quem for capaz, e quiser, que corte. Agora, respondam o seguinte: quando é que foi a última vez que a imprensa foi cobrir, com direito à presença das grandes emissoras de TV e tudo, seminário no Clube Militar, sobre qualquer que fosse o assunto?! Aí tem, e dessa vez acho que não é nada de ruim não. Mas, como disse, não vou cortar essa bola.

 

Vamos ao que interessa. Em encontro no Palácio do Planalto, realizado ontem à tarde, o presidente Lula, exercendo sua prerrogativa de chefe maior das Forças Armadas, acionou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o comandante do Exército, general Enzo Peri, para pedir explicações do Comandante Geral da Amazônia, o general Augusto Heleno, sobre suas recentes declarações a respeito da demarcação em terras contínuas da reserva indígena Raposa da Serra do Sol, que para ele colocariam a segurança nacional em cheque na região, e a respeito das críticas que o general vem fazendo sobre a política indigenista levada a cabo no país, que, para ele, seria caótica e, segundo suas próprias palavras, em mais de uma ocasião, “completamente dissociada do processo histórico de colonização do nosso país”.

 

São duas as principais constatações. A primeira é a de que o presidente Lula, finalmente, ao que parece, lembrou-se, de súbito, que é o comandante em chefe das Forças Armadas. No episódio em que desautorizou ordens do Comandante da Aeronáutica e enviou seus ministros para negociar, aos moldes sindicais, com controladores aéreos militares amotinados (um crime militar), não se lembrou de sua posição. Também jamais se deu conta dessa mesma prerrogativa de chefe para autorizar reajustes salariais mais do que necessários e justos para a tropa. Mas, vem cobrar explicações de um brilhante oficial general que cometeu a audácia de falar a verdade sobre o que tem toda a autoridade de conhecimento e de vivência para falar.

 

A segunda constatação é a de que o presidente Lula quer porque quer a demarcação em terras contínuas da reserva indígena Raposa da Serra do Sol e, simplesmente, à revelia de tudo e de todos, inclusive dos próprios interesses nacionais, quer que assim aconteça, sem que nenhuma voz, mesmo a daqueles que entendam dos assuntos de relevância sobre a questão, possa se manifestar.

 

É preciso lembrar a vossa excelência, o presidente da república, que ele não manda no país, ele o governa, e sob mandato. Presidentes não podem fazer o que quiserem do país durante seus mandatos, simplesmente porque o país não passa a lhes pertencer durante o período em que governam. Generais do Exército brasileiro servem às Forças Armadas e ao país e não a governos. Pelo menos assim o deveria ser nos países que se arrogam democráticos. Portanto, quando se trata de assunto de segurança nacional, generais devem sim se manifestar, e publicamente, de preferência, no sentido de expor à nação, as opiniões dos representantes das Forças Armadas, sendo estes posicionamentos os de aval ou de contestação, sobre o tema, para que a sociedade possa se informar e até eventualmente se manifestar. Acredito, inclusive, que isso não tenha acontecido em relação a uma série de outras questões de interesse nacional porque não lhes tenha sido dado o espaço necessário na mídia.

 

Sendo assim, o Comandante Geral da Amazônia está nada mais nada menos do que cumprindo sua missão constitucional ao informar aos brasileiros a posição das Forças Armadas em relação à forma como os governos sucessivos e os órgãos responsáveis pela condução das políticas indígenas estão conduzindo essas políticas, principalmente na região que está sob sua jurisdição militar. Aliás, o general Augusto Heleno está tendo a hombridade de fazer o que muitos outros generais e outras autoridades militares deveriam fazer e não o fazem. Aliás (novamente), existem muitas outras autoridades neste país, nos mais diversos setores, que precisariam tomar uma pílula de general Heleno, deixar a covardia no armário de casa, e ir trabalhar, na próxima segunda-feira, por exemplo, tão somente e apenas, com a intenção de fazer valer aquele calhamaço de papel em cuja primeira folha está escrito assim: CONSTITUIÇÃO. Isso já seria suficiente para por um fim em muita coisa errada que anda acontecendo por aqui.

 

No governo da mentira é proibido falar a verdade. Porque, falar a verdade, no governo da mentira, é óbvio, ofende e vai de encontro a seus interesses – é inevitável. Sendo assim, Lula pretende calar o general Heleno. O governo e as ONGs aproveitadoras também. Inclusive, enviaram, com o dinheirinho de todos nós que pagamos impostos, algumas centenas de índios para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, onde estão confortavelmente acampados, e, ontem à tarde, alguns deles especificamente para a porta do ministério da defesa justamente com o objetivo de protestar contra as últimas declarações do general. Por que não apareceram aqueles índios que defendem tudo o que o general fala – que, aliás, são a esmagadora maioria? Ora, porque os que assim se posicionam não recebem apoio nem do governo nem de poderosas ONGs. Simples assim.

 

Simples assim, como os proprietários urbanos não recebem apoio da Advocacia Geral da União – AGU e os quilombolas sim; como os proprietários rurais não recebem apoio do INCRA e os sem terra, sem isso e sem aquilo de todas as organizações sim; como os heterossexuais não e os GLST sim; como os mestiços (99% dos brasileiros assim seriam) não e os negros sim e; e por aí vai... O negócio é dividir para dominar... Mas ninguém enxerga isso. Fazer o quê?

 

O General de Exército Augusto Heleno está agindo de pleno acordo com a Constituição e em total coerência com a função que exerce dentro das Forças Armadas, considerando as obrigações que estas teriam para com o país. Está prestando um excelente serviço ao Brasil ao dizer com todas as letras que a política indigenista está errada e que vai de encontro aos interesses nacionais e aos dos próprios índios. Mas, o presidente Lula acha que o general deve retratar-se, ou pelo menos se calar. Agora, um general de Exército brasileiro, principalmente um que tenha o currículum que o general Augusto Heleno tem, deve ser punido por não achar que índios devam ser tratados (e muito mal, diga-se de passagem) como animais de zoológico.

 

Hoje, logo mais, haverá a comemoração do Dia do Exército, no “Forte Apache”, o Quartel General de Brasília, com a presença do ministro Nelson Jobim e do próprio presidente Lula. Falava-se na possibilidade de discussão de reajuste para os militares, coisa que Lula vem prometendo. Agora, o presidente aproveitou o episódio da indisposição com o general Heleno (que não vai estar presente às comemorações em Brasília) como desculpa para adiar tratar do assunto. Em chantagem há no Brasil, sem dúvida, os maiores experts.

 

Como se sabe, Lula não se reúne diretamente com os comandantes militares. Mas, sai da comemoração do Dia do Exército, direto para o Palácio do Planalto para se encontrar com membros da Comissão Nacional de Política Indigenista, criada em abril de 2007. Vão puxar a sardinha para o lado deles, é claro – o que não será nada difícil, presume-se.

 

Lula quer explicações do general Heleno? Ótimo. Mas, o povo brasileiro esclarecido também quer explicações de Lula, e muitas. Porque, a estas pessoas, o Comandante da Amazônia já deu as devidas explicações, mas Lula não – e não só sobre esses assuntos, mas como tantos outros, como sobre as atitudes de muitos de seus amigos alopradinhos; sobre o porquê de os gastos da presidência da república com “perfumarias” devessem ser considerados segredo de estado; sobre os comícios pac-eleitoreiros que vem fazendo país afora com dinheiro público (quem chamou de comício foi a sua própria ministra da Casa Civil, ontem, em palanque de lançamento do PAC, em Belo Horizonte, MG); sobre os R$ 15 milhões que seu filho, o Lulinha, recebeu da Telemar; sobre as cartilhas eleitoreiras do PT feitas com dinheiro do governo nas eleições passadas; sobre o olhar de paisagem com que o governo observa o MST e afins depredarem e invadirem propriedades por todo o país; etc. etc. etc.

 

Quanto ao assunto ‘retirada dos não-índios da reserva Raposa da Serra do Sol’, em Roraima, espera-se que no Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu esta retirada para melhores análises, haja homens do tamanho do General de Exército Augusto Heleno. Assim como esperamos que tanto nas Forças Armadas quanto no Ministério da Defesa, haja quem o apóie neste episódio de ser chamado às falas pelo presidente da república. Arnaldo Jabor, jornalista e comentarista, já carimbou sua defesa do General, ontem à noite, no Jornal da Globo (assista segundo vídeo abaixo). Eu sigo atrás, carimbo aqui a minha.

 

Rebecca Santoro

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ESTÁ FALTANDO TALENTO INTELECTUAL...

ESTÁ FALTANDO TALENTO INTELECTUAL...

Por Rebecca Santoro

20/04/2008


Tem pessoas que já nascem com talento para a coisa, outras nem tanto e outras, ainda, não aprendem nunca. É assim com a capacidade de interpretar textos. Tem gente que, por mais que estude, que se esforce, simplesmente não consegue. Dentro do grupo de pessoas que não conseguem interpretar textos, filmes e até a própria realidade, há uma boa parte delas cujo mal funcionamento da percepção cerebral se deve à lavagem cerebral que a esquerda socialisto-comunista empreende em todos os setores de influência na formação da personalidade e da intelectualidade dos brasileiros, desde a sua mais tenra idade. Mas, há também aqueles que mal interpretam a realidade, os textos e os filmes, propositadamente, por questão de caráter, de opção de vida. Finalmente, há os que, infelizmente, são realmente desprovidos de inteligência, a mínima necessária.
 
Não sei em que categoria enquadra-se a pessoa que escreveu a matéria abaixo, publicada na Folha de São Paulo de ontem (19/04), que abordou um manifesto do Clube da Aeronáutica em apoio ao General Heleno, como se fosse um papagaiozinho da patrulha petisto-comunista, ou seja, insinuando que militares e simpatizantes, digamos assim, não podem ter o direito de ir às ruas para manifestar apoio a uma causa ou a alguém, porque isso seria o mesmo que ameaçar com golpe.
 
Minha senhora, militar é aquele ser humano que, ao invés de vestir um terno para trabalhar, todos os dias, veste uma farda. É gente como todo mundo. Que estória é essa que estamos vendo nesse país, À lá Senador Arthur Virgílio, que começa a dar piti e a ter ataque de pânico (de perder a mamata deve ser, porque, quem não deve não teme) toda vez que um militar resolve se manifestar sobre determinado assunto ou que muitos deles pensam em decidir sair às ruas para manifestar o que quer que seja?
 
Que é isso? Democracia pela metade - pra todo mundo menos pra militar? As pessoas precisam se decidir se querem viver numa democracia ou não. Se quiserem, terão que aprender a conviver com gente que pensa, com gente que tem sangue nas veias - entre eles os homens que usam fardas neste país. Ou querem que justamente aqueles que tenham as armas sejam uns brontossauros ignorantes que sejam capazes de sair matando a própria população de seu país, se um louco que eventualmente assuma a presidência da república resolver ordenar? Está faltando inteligência nesse país!
 

Mas, é o tal negócio: a maioria das pessoas só aprende a dar valor a quem escolheu uma profissão como policial ou como militar, o dia em que precisa dele. Fazer o quê? Como já disse acima, nem todo mundo tem desenvoltura nas atividades intelectuais...

Rebecca Santoro

18/04/2008

LUISA BELCHIOR
Colaboração para a Folha Online, no Rio

O Clube da Aeronáutica reforçou a reação de militares à repreensão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao general Augusto Heleno Ribeiro Pereira. O general Heleno criticou a política indigenista do governo federal. O presidente do clube, tenente-brigadeiro da Aeronáutica Ivan Frota, afirmou, em nota, que "o país conhecerá o maior movimento de solidariedade militar" caso as repreensões continuem.

A nota foi distribuída nesta sexta-feira a integrantes das Forças Armadas durante o terceiro dia do seminário "Brasil, ameaças a sua soberania", na sede do Clube Militar do Rio, no qual, anteontem, o general Heleno chamou de "caótica e lamentável" a política indigenista do país.

Frota disse que o discurso do general Heleno "representa a síntese do pensamento castrense atual" e criticou a atitude do presidente Lula de pedir esclarecimentos sobre a crítica ao ministro Nelson Jobim (Defesa).

"Que o presidente não se atreva a tentar negar-lhe [ao general Heleno] o sagrado dever de defender a soberania e a integridade do Estado brasileiro [...]. Caso se realize tal coação, o país conhecerá o maior movimento de solidariedade, partindo de todos os recantos deste imenso país, jamais ocorridos nos tempos modernos de nossa História", afirmou em nota o tenente-brigadeiro.

Também nesta sexta-feira, o general do Exército Gilberto de Figueiredo, presidente do Clube Militar, afirmou que as críticas do general Heleno não ferem nenhuma hierarquia ou disciplina. "Acho que ele [presidente Lula] não entendeu o que aconteceu. O general Heleno falou sobre algo de sua responsabilidade. Não é de hoje que essa área é polêmica", disse.

Presente no seminário, o almirante-de-Esquadra Marcos Martins Torres, chefe do Estado-Maior de Defesa, segundo na hierarquia do Ministério da Defesa, não quis comentar a reação do presidente Lula.

O general Mario Madureira, chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste, também esquivou-se de polêmica e disse que é direito do presidente Lula pedir esclarecimentos, mas negou achar que houve ato de insubordinação. Sobre as críticas dos clubes Militar e da Aeronáutica, afirmou que "os clubes militares têm todo o direito de se manifestar".

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A POLÍTICA INDIGENISTA QUE A FUNAI DIZ SER UM SUCESSO E GEN.HELENO CAÓTICA

A POLÍTICA INDIGENISTA QUE A FUNAI DIZ SER UM SUCESSO E GENERAL HELENO CAÓTICA

Por Rebecca Santoro

19/04/2008

 

O presidente da Funai, Márcio Meira, disse hoje (19/04), Dia do Índio, em entrevista à Rádio Nacional, que a “ação do grupo de produtores contrário à desocupação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR) é criminosa, por usar artifícios como "explosão de pontes" e "bombas caseiras". Além disso, ele disse que é ilegal por não ter cumprido, pacificamente, o prazo para deixar a região”, já que o decreto de homologação da terra indígena foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 2005. De acordo com o presidente da FUNAI, “o grupo de resistência tem passado uma imagem de conflitos internos entre as etnias indígenas que convivem na reserva”, o que não seria verdade. Segundo Meira, "a maioria absoluta dos cerca de 18 mil indígenas que vivem na região aguarda que seja cumprida a retirada dos empresários que resistem na região". Sobre a tensão causada pela resistência, o presidente comentou que a situação está totalmente sob controle, que os indígenas aguardam a decisão do STF e que acreditam que a presença da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal serve para assegurar que a questão será resolvida de forma pacífica (Agência Brasil).

 

Vamos ser pragmáticos. É MENTIRA. Vejamos porquê:

 

1. Dos 18 mil índios que ocupam, HOJE (e se é que chega a tudo isso), a região da reserva Raposa da Serra do Sol,uma grande parte deles foi IMPORTADA da Venezuela e das Guianas, para ocupar as regiões que ficavam entre as reservas que já estavam legalmente determinadas (e que eram savanas onde índios não viviam), antes que os vendilhões da pátria viessem a SISMAR em fazer a demarcação em terras contínuas. Porque se trata, sim, de um 'EU QUERO PORQUE QUERO', a despeito de toda a ponderação lógica e legal que já foi feita pelas mais diversas autoridades que conhecem o problema da região e pelos mais diversos meios. Um crime, à luz do dia, onde as instituições do Estado estão sendo usadas para legitimar uma arbitrariedade. De nada adiantam as ações na Justiça, as matérias publicadas pela imprensa e o grito de quem é contra a demarcação em terras contínuas, pois o presidente Lula assim o quer, PORQUE QUER, e vai usar de todo o seu poder para satisfazer a SUA VONTADE E NÃO A DO POVO BRASILEIRO.

 

2. Informamos ao senhor presidente da FUNAI que o MST (que já assassinou, inclusive policiais, degolando-os), o MLST, a VIA CAMPESINA (que invadiu a Usina de Tucuruí usando coquetéis molotov), a LIGA DOS CAMPONESES POBRES e mais alguns chamados movimentos sociais, vêm, há anos, matando, roubando, quebrando, destruindo (inclusive patrimônio público, como foi o caso - só para citar o mais famoso - do Congresso Nacional) e invadindo propriedades particulares de pessoas físicas e de pessoas jurídicas, país afora, e nem por isso são considerados pelo governo como se fossem criminosas. Legal? Ilegal? O senhor presidente da FUNAI só pode estar de brincadeira! Todos os lugares agredidos pela ira destes movimentos sociais são patrimônios reconhecidos PELO ESTADO BRASILEIRO, que é muito mais do que ser reconhecido apenas por um presidente, o que é exatamente o caso da demarcação de terras indígenas em terras contínuas da reserva Raposa da Serra do Sol.

 

3. Há, sim, guerra entre os índios (muitos IMPORTADOS e que NÃO FALAM NEM O PORTUGUÊS) que querem e os que não querem a demarcação da Serra do Sol em terras contínuas. Não é cenário para TV, não, como quer dar a entender o presidente da FUNAI. Inclusive, recentemente, foi divulgado PARA O MUNDO TODO, relatório sobre o assassinato de índios no Brasil, matéria que teve destque em todos os jonais televisivos. Curiosamente, entretanto, estes mesmos jornais OMITIRAM o fato de que 92% DESTES ASSASSINATOS SÃO COMETIDOS PELOS PRÓPRIOS ÍNDIOS ENTRE SI! Possivelmente, para deixar dar a entender que os "Brancos" é que seriam os responsáveis pelas mortes.

 

4. Palavras seriam palavras, nada mais que palavras?... Não, palavras passam a ser mais do que palavras ao vento, para quem não tem o costume de se recordar ou de assumir o que disse, especialmente quando são registradas em filme. Sorte de uns, azar de outros. E, nesse caso, quem teve azar é quem diz que a política indigenista no Brasil é exemplo no mundo, como afirma o presidente da Funai, com ares de autoridade superior no assunto, dizendo que o Comandante Geral da Amazônia, General Augusto Heleno, estaria mal informado ao classificar essa mesma política de caótica.

 

Vejamos em quem acreditar.

 

Lembram do seqüestro que os índios cintas-largas, da Reserva Roosevelt de Rondônia, praticaram contra 5 pessoas, em dezembro do ano passado, para exigir que policiais federais deixassem suas fronteiras e que um de seus caciques fosse nomeado representante da Funai na região? Foi um escândalo no mundo inteiro.

 

Pois é, foi simplesmente uma farsa montada para que os índios-milionários-exploradores-de-diamente-pobrezinhos-coitados conseguissem estabelecer mais rapidamente a situação que desejavam transformar em realidade na reserva (liberdade para enriquecer, é claro, lucrando com a exploração e a venda ILEGAIS de diamantes – o que, obviamente, não tem nada a ver com preservação de sua cultura, porcaria nenhuma).

A revista VEJA desta semana, publica reportagem em que mostra um filme sobre o tal seqüestro, feito por um dos índios-pobrezinhos-que-precisa-de-milhares-de-quilômetros-de-terra-para-preservar-sua-cultura, que, não sabendo que esse é o papel que querem que ele cumpra, sabia manejar uma filmadora e filmou o presidente da FUNAI, Márcio Meira, que, bastante tranqüilamente, agradecia "a presença dos seqüestrados” na reserva, em reunião comunitária para as despedidas, no último dos 4 dias que durou o ‘cativeiro’ das ‘vítimas’.

Aparecem falando, também, o espanhol David Martín Castro, um membro do Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, que era um dos seqüestrados, “agradecendo a festa e as picanhas” (os índios mataram dois bois para oferecer o que conhecem de melhor às ‘visitas’) e o procurador da República, Reginaldo Trindade, para quem, como se pode bem verificar nos filmes, a lei depende de quem seja o infrator para ser aplicada.

 

Veja também teve acesso a fotos e a documentos – a maior parte deles, segundo a revista, produzida pelos próprios índios. Um destes documentos seria uma declaração, registrada em cartório pelo cacique Alzak Cinta-Larga, na qual estaria escrito que o procurador Trindade se dispôs a ir até a reserva "por sua livre e espontânea vontade" e a ficar lá "até o comparecimento do presidente da Funai".

 

Já nas fotos, os reféns apareceriam livres, leves e soltos e, numa delas, se poderia ver o funcionário da ONU tomando banho de rio com seus supostos carcereiros. De acordo com o que revela a revista, os cintas-largas teriam hospedado - e não seqüestrado, como se anunciou na época – o procurador Trindade, que estava, inclusive, acompanhado por sua esposa, em uma casa reservada apenas a caciques, além de ter podido se comunicar com o mundo exterior, usando um telefone celular Globalstar.

 

Diz a revista Veja: “Apesar da mordomia, (o promotor) nega que o suposto seqüestro tenha sido fruto de um complô: ‘Não sei dizer se foi seqüestro ou não. O fato é que tivemos nossa liberdade de ir e vir restringida’”.

 

Ora, ora, ora, então, está explicado, não é mesmo?!

 

E não é que um cacique da tribo dos cintas-largas, o índio Nacoça Cinta-Larga, acabou mesmo sendo nomeado, por Márcio Meira, em janeiro deste ano, representante da Funai na região da Reserva Roosevelt. Conseguiu, né?!

 

Tem um detalhe muito bem lembrado na reportagem da Veja: Nacoça Cinta-Larga é um dos indiciados pelo assassinato de 29 garimpeiros que faziam extração ilegal de diamantes na reserva, em 2004. Não, os índios não os assassinaram por causa da ilegalidade que cometiam, mas sim porque suspeitavam que não estivessem pagando corretamente pelas pedras. Quanta cultura preservada nas reservas! Uma política indígena digna de exportação!

 

Como se sabe, até hoje, ninguém foi punido pelos assassinatos e, como relembra Veja, “um dos motivos da demora é o fato de o Ministério Público ter solicitado um laudo antropológico para atestar se os índios tinham consciência do que estavam fazendo”. É, não tinham, não, certamente...

 

Um outro filme que também chegou às mãos da revista, nesta mesma leva de material, mostra novamente o procurador Trindade, desta vez em 2005, em uma reunião com a etnia suruí, também de Rondônia. Na ocasião, o procurador aparece dizendo que sabe que os cintas-largas exploram pedras preciosas e que os suruís extraem madeira ilegalmente, mas que não pode cumprir a lei, ‘e botar tudo abaixo’, porque, segundo suas próprias palavras no video, sabe ‘das dificuldades econômicas’ dos índios e que estariam ‘cansados de só ouvir promessas’.

 

Vale lembrar: à época do filme, Lula já estava no poder havia 4 anos incompletos. E como disse o atual presidente da FUNAI, como temos, hoje, muito mais índios do que há vinte anos, a política indígena seria um sucesso. Estamos vendo... Estamos vendo... Isso porque não vamos nem começar a falar no vício da bebida... Deixa prá lá...

 

Ouvido por VEJA, o procurador Trindade nega que tenha chancelado acordos para exploração ilegal de diamantes ou madeira. Mas, se o fez, não estava sozinho.

 

A reportagem da revista revela que as imagens obtidas mostram representantes da Funai e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) participando também de encontros em que foi "aprovada" a exploração ilegal de madeira. Em um dos filmes, um líder suruí conta que eles aprenderam a explorar madeira ilegalmente em 1986 e que seu professor foi o atual líder do governo no Senado, Romero Jucá, na época presidente da Funai. Desde então, a atividade prosperou. Hoje, com a conivência das autoridades, os suruís venderiam trinta caminhões de toras de madeira por dia.

 

 

 

 

ASSISTA AO VÍDEO DA VEJA, ABAIXO. EU EDITEI TODOS OS FILMES EM UM

1. REUNIÃO COM OS CINTA-LARGA - O SEQÜESTRO

2. PROCURADOR COM OS SURUÍ

3. CACIQUE SURUÍ DIZ QUE TRIBO APRENDEU SOBRE VALOR DE RIQUEZAS PARA COMÉRCIO COM ROMERO JUCÁ.

 

 

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A POLÍTICA INDIGENISTA QUE A FUNAI DIZ SER UM SUCESSO E GENERAL HELENO CAÓTICA

A POLÍTICA INDIGENISTA QUE A FUNAI DIZ SER UM SUCESSO E GENERAL HELENO CAÓTICA

Por Rebecca Santoro

19/04/2008

 

O presidente da Funai, Márcio Meira, disse hoje (19/04), Dia do Índio, em entrevista à Rádio Nacional, que a “ação do grupo de produtores contrário à desocupação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR) é criminosa, por usar artifícios como "explosão de pontes" e "bombas caseiras". Além disso, ele disse que é ilegal por não ter cumprido, pacificamente, o prazo para deixar a região”, já que o decreto de homologação da terra indígena foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 2005. De acordo com o presidente da FUNAI, “o grupo de resistência tem passado uma imagem de conflitos internos entre as etnias indígenas que convivem na reserva”, o que não seria verdade. Segundo Meira, "a maioria absoluta dos cerca de 18 mil indígenas que vivem na região aguarda que seja cumprida a retirada dos empresários que resistem na região". Sobre a tensão causada pela resistência, o presidente comentou que a situação está totalmente sob controle, que os indígenas aguardam a decisão do STF e que acreditam que a presença da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal serve para assegurar que a questão será resolvida de forma pacífica (Agência Brasil).

 

Vamos ser pragmáticos. É MENTIRA. Vejamos porquê:

 

1. Dos 18 mil índios que ocupam, HOJE (e se é que chega a tudo isso), a região da reserva Raposa da Serra do Sol,uma grande parte deles foi IMPORTADA da Venezuela e das Guianas, para ocupar as regiões que ficavam entre as reservas que já estavam legalmente determinadas (e que eram savanas onde índios não viviam), antes que os vendilhões da pátria viessem a SISMAR em fazer a demarcação em terras contínuas. Porque se trata, sim, de um 'EU QUERO PORQUE QUERO', a despeito de toda a ponderação lógica e legal que já foi feita pelas mais diversas autoridades que conhecem o problema da região e pelos mais diversos meios. Um crime, à luz do dia, onde as instituições do Estado estão sendo usadas para legitimar uma arbitrariedade. De nada adiantam as ações na Justiça, as matérias publicadas pela imprensa e o grito de quem é contra a demarcação em terras contínuas, pois o presidente Lula assim o quer, PORQUE QUER, e vai usar de todo o seu poder para satisfazer a SUA VONTADE E NÃO A DO POVO BRASILEIRO.

 

2. Informamos ao senhor presidente da FUNAI que o MST (que já assassinou, inclusive policiais, degolando-os), o MLST, a VIA CAMPESINA (que invadiu a Usina de Tucuruí usando coquetéis molotov), a LIGA DOS CAMPONESES POBRES e mais alguns chamados movimentos sociais, vêm, há anos, matando, roubando, quebrando, destruindo (inclusive patrimônio público, como foi o caso - só para citar o mais famoso - do Congresso Nacional) e invadindo propriedades particulares de pessoas físicas e de pessoas jurídicas, país afora, e nem por isso são considerados pelo governo como se fossem criminosas. Legal? Ilegal? O senhor presidente da FUNAI só pode estar de brincadeira! Todos os lugares agredidos pela ira destes movimentos sociais são patrimônios reconhecidos PELO ESTADO BRASILEIRO, que é muito mais do que ser reconhecido apenas por um presidente, o que é exatamente o caso da demarcação de terras indígenas em terras contínuas da reserva Raposa da Serra do Sol.

 

3. Há, sim, guerra entre os índios (muitos IMPORTADOS e que NÃO FALAM NEM O PORTUGUÊS) que querem e os que não querem a demarcação da Serra do Sol em terras contínuas. Não é cenário para TV, não, como quer dar a entender o presidente da FUNAI. Inclusive, recentemente, foi divulgado PARA O MUNDO TODO, relatório sobre o assassinato de índios no Brasil, matéria que teve destque em todos os jonais televisivos. Curiosamente, entretanto, estes mesmos jornais OMITIRAM o fato de que 92% DESTES ASSASSINATOS SÃO COMETIDOS PELOS PRÓPRIOS ÍNDIOS ENTRE SI! Possivelmente, para deixar dar a entender que os "Brancos" é que seriam os responsáveis pelas mortes.

 

4. Palavras seriam palavras, nada mais que palavras?... Não, palavras passam a ser mais do que palavras ao vento, para quem não tem o costume de se recordar ou de assumir o que disse, especialmente quando são registradas em filme. Sorte de uns, azar de outros. E, nesse caso, quem teve azar é quem diz que a política indigenista no Brasil é exemplo no mundo, como afirma o presidente da Funai, com ares de autoridade superior no assunto, dizendo que o Comandante Geral da Amazônia, General Augusto Heleno, estaria mal informado ao classificar essa mesma política de caótica.

 

Vejamos em quem acreditar.

 

Lembram do seqüestro que os índios cintas-largas, da Reserva Roosevelt de Rondônia, praticaram contra 5 pessoas, em dezembro do ano passado, para exigir que policiais federais deixassem suas fronteiras e que um de seus caciques fosse nomeado representante da Funai na região? Foi um escândalo no mundo inteiro.

 

Pois é, foi simplesmente uma farsa montada para que os índios-milionários-exploradores-de-diamente-pobrezinhos-coitados conseguissem estabelecer mais rapidamente a situação que desejavam transformar em realidade na reserva (liberdade para enriquecer, é claro, lucrando com a exploração e a venda ILEGAIS de diamantes – o que, obviamente, não tem nada a ver com preservação de sua cultura, porcaria nenhuma).

A revista VEJA desta semana, publica reportagem em que mostra um filme sobre o tal seqüestro, feito por um dos índios-pobrezinhos-que-precisa-de-milhares-de-quilômetros-de-terra-para-preservar-sua-cultura, que, não sabendo que esse é o papel que querem que ele cumpra, sabia manejar uma filmadora e filmou o presidente da FUNAI, Márcio Meira, que, bastante tranqüilamente, agradecia "a presença dos seqüestrados” na reserva, em reunião comunitária para as despedidas, no último dos 4 dias que durou o ‘cativeiro’ das ‘vítimas’.

Aparecem falando, também, o espanhol David Martín Castro, um membro do Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, que era um dos seqüestrados, “agradecendo a festa e as picanhas” (os índios mataram dois bois para oferecer o que conhecem de melhor às ‘visitas’) e o procurador da República, Reginaldo Trindade, para quem, como se pode bem verificar nos filmes, a lei depende de quem seja o infrator para ser aplicada.

 

Veja também teve acesso a fotos e a documentos – a maior parte deles, segundo a revista, produzida pelos próprios índios. Um destes documentos seria uma declaração, registrada em cartório pelo cacique Alzak Cinta-Larga, na qual estaria escrito que o procurador Trindade se dispôs a ir até a reserva "por sua livre e espontânea vontade" e a ficar lá "até o comparecimento do presidente da Funai".

 

Já nas fotos, os reféns apareceriam livres, leves e soltos e, numa delas, se poderia ver o funcionário da ONU tomando banho de rio com seus supostos carcereiros. De acordo com o que revela a revista, os cintas-largas teriam hospedado - e não seqüestrado, como se anunciou na época – o procurador Trindade, que estava, inclusive, acompanhado por sua esposa, em uma casa reservada apenas a caciques, além de ter podido se comunicar com o mundo exterior, usando um telefone celular Globalstar.

 

Diz a revista Veja: “Apesar da mordomia, (o promotor) nega que o suposto seqüestro tenha sido fruto de um complô: ‘Não sei dizer se foi seqüestro ou não. O fato é que tivemos nossa liberdade de ir e vir restringida’”.

 

Ora, ora, ora, então, está explicado, não é mesmo?!

 

E não é que um cacique da tribo dos cintas-largas, o índio Nacoça Cinta-Larga, acabou mesmo sendo nomeado, por Márcio Meira, em janeiro deste ano, representante da Funai na região da Reserva Roosevelt. Conseguiu, né?!

 

Tem um detalhe muito bem lembrado na reportagem da Veja: Nacoça Cinta-Larga é um dos indiciados pelo assassinato de 29 garimpeiros que faziam extração ilegal de diamantes na reserva, em 2004. Não, os índios não os assassinaram por causa da ilegalidade que cometiam, mas sim porque suspeitavam que não estivessem pagando corretamente pelas pedras. Quanta cultura preservada nas reservas! Uma política indígena digna de exportação!

 

Como se sabe, até hoje, ninguém foi punido pelos assassinatos e, como relembra Veja, “um dos motivos da demora é o fato de o Ministério Público ter solicitado um laudo antropológico para atestar se os índios tinham consciência do que estavam fazendo”. É, não tinham, não, certamente...

 

Um outro filme que também chegou às mãos da revista, nesta mesma leva de material, mostra novamente o procurador Trindade, desta vez em 2005, em uma reunião com a etnia suruí, também de Rondônia. Na ocasião, o procurador aparece dizendo que sabe que os cintas-largas exploram pedras preciosas e que os suruís extraem madeira ilegalmente, mas que não pode cumprir a lei, ‘e botar tudo abaixo’, porque, segundo suas próprias palavras no video, sabe ‘das dificuldades econômicas’ dos índios e que estariam ‘cansados de só ouvir promessas’.

 

Vale lembrar: à época do filme, Lula já estava no poder havia 4 anos incompletos. E como disse o atual presidente da FUNAI, como temos, hoje, muito mais índios do que há vinte anos, a política indígena seria um sucesso. Estamos vendo... Estamos vendo... Isso porque não vamos nem começar a falar no vício da bebida... Deixa prá lá...

 

Ouvido por VEJA, o procurador Trindade nega que tenha chancelado acordos para exploração ilegal de diamantes ou madeira. Mas, se o fez, não estava sozinho.

 

A reportagem da revista revela que as imagens obtidas mostram representantes da Funai e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) participando também de encontros em que foi "aprovada" a exploração ilegal de madeira. Em um dos filmes, um líder suruí conta que eles aprenderam a explorar madeira ilegalmente em 1986 e que seu professor foi o atual líder do governo no Senado, Romero Jucá, na época presidente da Funai. Desde então, a atividade prosperou. Hoje, com a conivência das autoridades, os suruís venderiam trinta caminhões de toras de madeira por dia.

 

 

 

 

ASSISTA AO VÍDEO DA VEJA, ABAIXO. EU EDITEI TODOS OS FILMES EM UM

1. REUNIÃO COM OS CINTA-LARGA - O SEQÜESTRO

2. PROCURADOR COM OS SURUÍ

3. CACIQUE SURUÍ DIZ QUE TRIBO APRENDEU SOBRE VALOR DE RIQUEZAS PARA COMÉRCIO COM ROMERO JUCÁ.

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RESUMO DAS ÚLTIMAS POSTAGENS

 

- ALEXANDRE GARCIA FALA SOBRE A SITUAÇÃO NA RESERVA DA RAPOSA DA SERRA DO SOL

- GOVERNADOR DE RORAIMA COLOCA A BOCA NO MUNDO!

- UM GENERAL NO JORNAL NACIONAL

- RORAIMA SE PREPARA PARA A GUERRA

- ÍNTEGRA DA ENTREVISTA CONCEDIDA PELO GENERAL HELENO AO CANAL LIVRE DA TV BANDEIRANTES, EM 6/04/2008

- ASSISTA TAMBÉM AO PRONUNCIAMENTO DO DEPUTADO JAIR BOLSONARO.

 

- A DITADURA DOS ESPERTOS

- HERÓIS EXISTEM

UMA PIADA, UMA AFRONTA, UMA PALHAÇADA, UMA INCONSTITUCIONALIDADE, UM CRIME - DEFINA-SE COMO QUISER A PROPOSTA DE AUMENTO DOS MILITARES QUE O GOVERNO PRETENDE OFERECER

DEVOLVAMOS TUDO AOS PRIMEIROS HOMO SAPIENS

GOVERNO PATROCINA A GUERRA ENTRE BRASILEIROS - DE NORTE A SUL. AGORA, QUEM ARDE É RORAIMA

 

- UM PEDIDO DE SOCORRO

Controlador alerta para risco de novo acidente

- INDENIZAÇÃO É PAGA DEPOIS DE 43 ANOS

- ESCÂNDALO E JUSTIÇA - AFINAL A ANAC MOSTRA A SERVIÇO DE QUEM TRABALHA.

- MATE AS SAUDADES DE COMO ERA BOM E MAIS SEGURO VOAR PELO BRASIL E DAQUI PARA O MUNDO!!!!

 

- Era uma vez... por Nelson Rodrigues e Clausewitz 

- Um Governo Vendilhão

-GOVERNO DA REPOSIÇÃO DA ORDEM E DO PROGRESSO

 ELES EXISTEM!

- O Brasil me deve", disse Ziraldo ao receber a bolsa-ditadura. Não te devo nada, cara.

VERGONHA UM PAÍS QUE PERSEGUE AQUELES QUE LUTARAM PARA LIVRAR SEU POVO DA DESGRAÇA COMUNISTA!

 

- Antonio Palocci deve ser relator da reforma tributária

- Zombando de nós

- Descaminhos de uma nação 

- Os agressivos quilombolas já começam a provocar

PROMOVENDO O BRASIL OU O GOVERNO?

Briga de petralhas na TV de Franklin e Tereza Cruvinel

As mesmas chatices

EUA: expressão militar versus expressão psicossocial

 

- Raposa/Serra do Sol - Aos ministros do Supremo 

- Demarcações estão acabando com Roraima

- Em nome dos índios ou de Bolívar, Brasil corre risco de diminuir 

VIDEO: RORAIMA SE PREPARA PARA A GUERRA

- OBSERVAÇÕES PRECISAS DO CORONEL REFORMADO ROBERTO MONTEIRO DE OLIVEIRA

- Operação Upatakon 3

Arrozeira organiza abaixo-assinado para pedir atuação do Exército em Roraima

- Chorar o arroz derramado

CIR - As raposas ao sol

Desintrusão Apátrida e a Heróica Resistência

Governo Lula enfrentará grande teste com as Forças Armadas

PF decide retirar arrozeiros de reserva indígena em RR

Roraima, arroz e banho de sangue

Coisas da política: O conflito em Roraima

Grupo contrário à ação da PF em Roraima produz bombas

- NAÇÃO DESTRUÍDA! POBRE BRASIL!

-HOLANDA, INGLATERRA, FRANÇA e EUA, TREINAM TROPAS NA AMAZÔNIA

 

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- O ENTARDECER - de Ademar Lopes Pessoa

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ALEXANDRE GARCIA FALA SOBRE A SITUAÇÃO NA RESERVA DA RAPOSA DA SERRA DO SOL

 

Alexandre Garcia elogia o Governador de Roraima, dizendo que ele é um patriota. Fala também sobre o porquê de o Exército não ter querido auxiliar a PF na operação de retirada dos não-índios da reserva. E, finalmente, fala em crime de lesa-pátria. Clique AQUI e ouça o comentário divulgado pela Rádio GAUCHA.

GOVERNADOR DE RORAIMA COLOCA A BOCA NO MUNDO!

Governador de Roraima fala à Radio CBN. Acusa governo federal de erro na demarcação de terras indígenas contínuas na reserva Raposa da Serra do Sol, levantando suspeitas sobre as mesmas estarem em locais que coincidem com grandes depósitos de valiosos minerais. E mais: parabeniza as Forças Armadas por não terem apoiado a PF na operação de retirada dos não índios da reserva!

Clique na figura abaixo e escute a entrevista.

UM GENERAL NO JORNAL NACIONAL

UM GENERAL NO JORNAL NACIONAL

O Comandante Militar da Amazônia, General Ex. Heleno, apareceu, no Jornal Nacional que foi ao ar ontem, dia 10 de abril, para defender os interesses de todos os brasileiros na questão do perigo que representa a demarcação em terras contínuas da reserva indígena Raposa da Serra do Sol homologada pelo atual presidente da república, em 2005. Assistam à reportagem.

RORAIMA SE PREPARA PARA A GUERRA

ÍNTEGRA DA ENTREVISTA CONCEDIDA PELO GENERAL HELENO AO CANAL LIVRE DA TV BANDEIRANTES, EM 6/04/2008

CLIQUE NA FIGURA ABAIXO E SEJA REDIRECIONADO PARA A PÁGINA DE VÍDEOS DESTE SITE. LÁ VOCÊ PODERÁ ASSISTIR À ENTREVISTA COMPLETA QUE O COMANDANTE GERAL DA AMAZÔNIA, GENERAL HELENO, CONCEDEU AO CANAL LIVRE DA BAND, NESTE ÚLTIMO DOMINGO. SÃO 11 CLIPES DE VIDEO - É SÓ IR CLICANDO, DEPOIS DE ASSISTIR A CADA UM, NA PALAVRA "NEXT", QUE ESTÁ NO CANTO SUPERIOR DIREITO ACIMA DO VÍDEO, PARA CONSEGUIR PASSAR DE UM PARA O SEGUINTE. APREVEITE!

ASSISTA TAMBÉM AO PRONUNCIAMENTO CLARO, PRECISO E ENSURDECEDOR DO DEPUTADO JAIR BOLSONARO, NO PLENÁRIO DA CÂMARA, NESTE MÊS DE ABRIL, DEPOIS DO QUAL NENHUM PARLAMENTAR PODERÁ ARGUMENTAR INOCÊNCIA (NÃO QUE JÁ NÃO SE SOUBESSE ANTES, MAS É QUE, AGORA, NINGUÉM PODERÁ MENTIR QUE NÃO SABIA...). CLIQUE NA FIGURA AO LADO E SEJA REDIRECIONADO.

 

 

 

 

A DITADURA DOS ESPERTOS

A DITADURA DOS ESPERTOS

A DITADURA DOS ESPERTOS

Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Por Rebecca Santoro

Vamos começar do começo, para que as carapuças possam ser encaixadas, bem precisamente, em quem realmente couberem. A Lei 10.559/02, que regulamenta e institui a concessão de reparação econômica a todos os perseguidos políticos pelo Estado brasileiro, do período que se estende de 18 de setembro de 1946 a 5 de outubro de 1988 (e que apresentarem requerimento e documentação comprobatória junto à Comissão de Anistia do Ministério da Justiça), foi aprovada, por unanimidade, pelo Congresso Nacional, e originada pelas Medidas Provisórias 2151/01, 2151-3/01 e 65/02 de iniciativa do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Ora, na ocasião da aprovação desta lei, nada estava mais claramente implícito de que o que se pretendia, no futuro, era mesmo recompensar a irmandade comunosocialista pelo fato de não terem vencido a luta armada para implantar o comunismo no Brasil, em nenhuma das tentativas que fez. Seria uma espécie de prêmio por serviços prestados, já que, finalmente, a esquerda chegara ao poder pelo voto - produto da ignorância, vítima da propaganda enganosa desta mesma esquerda e pela qual grande parte da imprensa foi corresponsável. O futuro, hoje, está aí, para quem quiser comprovar o que estou dizendo, de modo que não é necessário dar mais explicações. Tanto é que as pessoas, que foram vítimas de atentados terroristas ou de ferimento em combate contra os comunistas, que entram com reivindicações por reparações receberam verdadeiras ninharias, ainda mais se comparadas ao que é dispensado à cumpanherada.

(...)

As duas últimas indenizações escandalosas que aconteceram no país beneficiaram os pseudo perseguidos, e por isso mesmo enriquecidos, não se pode negar, Ziraldo e Jaguar – dois dos mais famosos e bem-sucedidos cartunistas brasileiros. Vão receber cada um mais de R$ 1 milhão de indenização e uma pensão vitalícia de mais de R$ 4 mil por mês (a mesma que recebe o atual presidente da república).

A respeito da chuva de críticas que recebeu, Ziraldo declarou que está se “lixando pra todo mundo” – é a cara de seu petismo. Mas Jaguar escreveu um pequeno texto irônico na coluna Opinião, do Jornal carioca O Dia, publicado no último dia 9 deste mês. Nele, o cartunista afirma que, quando foi preso, por volta de setembro/outubro de 1969, trabalhava como chargista no jornal ‘Última Hora’ e também como editor de humor (e proprietário) do jornal ‘Pasquim’, cujo primeiro número havia saído em 20 de junho daquele ano. No dia seguinte à prisão, Jaguar foi demitido do Última Hora.

Sobre o Pasquim, ele diz , acredite-se, o seguinte: “vendia muito, mas não tinha anúncios, a grana era pouca (além de pessimamente administrada)”. E continua: “Fui dar com os costados pra lá de Caxias, num buraco chamado Lote 15. Foi dureza, em todos os sentidos”.

Mas, o engraçado é que parece que Jaguar é mais uma daquelas figuras nacionais que se especializou em adaptar o discurso sobre um fato (e não sobre uma opinião, o que poderia ser normal), de acordo com o que lhe pareça conveniente, mesmo que seja preciso distorcer a realidade. Pois não é que ele fala sobre esse mesmo período do Pasquim, da prisão e da saída do Última Hora de maneira completamente diferente em uma entrevista que deu à revista UM, voltada para o público masculino, em abril de 2006?! Vejam alguns trechos abaixo:

SOBRE A GRANA

- ENTREVISTADOR: Deu para ganhar dinheiro com o Pasquim?
JAGUAR -
Muita grana.
UM -
Só com venda?
JAGUAR -
Vendia 220 mil exemplares! A gente ganhava muito dinheiro e gastava para caralho. Cada um gastava da sua maneira. O Tarso alugava avião, comia a Candice Bergen, alugava uma suíte em um hotel e enchia de mulher. A minha curtição era a seguinte: eu aluguei uma casa em Arraial do Cabo e ficava lá a semana inteira tomando cana com os pescadores. Cada um tinha o seu estilo.

(...)

Como se pode apreender dos trechos acima citados, fica claro que havia censura. E ninguém nunca negou que tenha havido. Cá pra nós, da maneira com que foi feita, não adiantou muita coisa. Não foi por outra razão que a esquerda acabou vencendo a guerra intelectual, de propaganda. Agora, também fica explícito o fato de que, para o pessoal do Pasquim, dinheiro não faltava. Aliás, sobrava. E fica claro igualmente que houve que se arrumar verba para bancar as primeiros publicações. De onde teria vindo esse capital? De onde veio exatamente eu não sei (uma vez que a pergunta é tabu em todas as entrevistas que pude ler a respeito do Pasquim). Eu só sei que na biografia de um dos fundadores do Pasquim, a do jornalista Tarso de Castro — (A Vida de Um dos Mais Polêmicos Jornalistas Brasileiros) -, escrita pelo jornalista Tom Cardoso, cita-se uma história de que Tarso teria financiado a viagem da jornalista Martha Medeiros para Paris com parte do dinheiro que a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) havia roubado do cofre de Adhemar de Barros (aquele assalto do qual teria sido a mentora e depositária da guarda do dinheiro a atual ministra da Casa Civil, Dilma Roussef). “Reza a lenda”, ressalva Tom Cardoso.

Verdade ou não, o fato é que os 11 do Pasquim estavam na lista de prisioneiros políticos que deveriam ser libertados e embarcados para a Argélia, em troca da libertação do embaixador norte-americano que havia sido seqüestrado, em operação que resultou no assassinato do motorista e segurança do embaixador, e que teve a participação de Fernando Gabeira, hoje deputado federal pelo Partido Verde, e do nosso ilustríssimo jornalista
Franklin Martins, hoje ministro da comunicação social de Lula. Quer dizer que querem convencer que os 11 do Pasquim estavam na lista dos revolucionários dos prisioneiros que deveriam ser soltos só por pura e simples admiração por parte dos terroristas? Havia tão poucos presos políticos importantes, assim, para a causa revolucionária, que dava pra gastar cartucho com gente que se admirava, é?

CONTINUA...

UMA PIADA, UMA AFRONTA, UMA PALHAÇADA, UMA INCONSTITUCIONALIDADE, UM CRIME - DEFINA-SE COMO QUISER A PROPOSTA DE AUMENTO DOS MILITARES QUE O GOVERNO PRETENDE OFERECER

     

UMA PIADA, UMA AFRONTA, UMA PALHAÇADA, UMA INCONSTITUCIONALIDADE, UM CRIME - DEFINA-SE COMO QUISER A PROPOSTA DE AUMENTO DOS MILITARES QUE O GOVERNO PRETENDE OFERECER

 

Por Rebecca Santoro

 

O título deste artigo é grande mesmo. É grande porque no título de um artigo deve estar concentrado a sua essência e uma espécie de chamamento ao leitor que se interesse por determinado tema. E, finalmente, é grande porque exalta os adjetivos que se pode colocar ao lado da palhaçada que vem sendo montada e articulada, há anos neste país, por conta das concessões de aumento salarial, de ajustamento constitucional da isonomia (que nunca foi levada a sério) e de verbas para as Forças Armadas. Não há mais como ser discreto e educado para falar deste tema. É uma palhaçada mesmo, um crime de lesa-pátria que vem sendo cometido pelos sucessivos governos civis, desde 1985, assim, nas barbas de tudo mundo, e ninguém faz absolutamente nada - nem os interessados, diga-se de passagem. Honrosa exceção seja feita às mulheres de sargentos e de suboficiais que até já apanharam das forças de segurança do Palácio do Planalto para pedir nada menos que justiça.

 

O presidente Lula deve anunciar na próxima quarta-feira (só não se sabe bem se a próxima quarta-feira a que se refere o Planalto é neste ano) o reajuste salarial dos militares. Descumprindo descaradamente a Constituição, o que não é mais nenhuma novidade neste governo, trabalha-se com a possibilidade de concessão de reajuste de forma escalonada, com percentuais que variem de 27% a 37%. Dentro deste conceito inconstitucional, está a idéia de elevar de R$ 207,00 para R$ 415 o valor do soldo pago aos recrutas.

 

Vamos começar pelo mais apelativo: o soldo dos recrutas. Um absurdo esta proposta. Um absurdo conceder aumento maior para os recrutas do que para seus superiores e um absurdo oferecer a esmola de R$ 415,00. Querem instituir também agora o Bolsa-Recruta. Soldado tem que entrar para as FFAA ou servi-las, percebendo, no mínimo, R$ 1.500,00. Chega de cerimônia ao falar de valores! Entendam, senhores ministros e "otoridades" em FFAA, os garotos vão lidar com armamento exclusivo, que vale muita grana no mercado paralelo; vão aprender táticas de guerra (que, depois, poderá ser repassada aqui fora para gente que não gosta de seguir a Lei). Não vou encher a folha de argumentos porque somente estes dois, que qualquer criança com mais de 5 anos entende, já seriam mais do que suficientes.

 

CONTINUA - CLIQUE NA FIGURA ACIMA

Controlador alerta para risco de novo acidente

Daniel Milazzo

Minton Mansilha /Agência LUZ/Agência Brasil

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2731337-EI6578,00.html

Pou co mais de um ano após o motim realizado por controladores de vôo militares (entre a noite de 30 e o meio-dia de 2 abril de 2007), o presidente da Federação Brasileira dos Controladores de Tráfego Aéreo (Febracta), Sérgio Marques, declara que a situação de infra-estrutura continua a mesma, não havendo nenhuma perspectiva de melhoria:

- Não há perspectiva de aquisição de novas tecnologias. O software que faz o tratamento do radar do Centro de Controle de Brasília, que também é utilizado em São Paulo e Curitiba e apresentou problemas de falha (no acidente de 29 de setembro de 2006 envolvendo um avião da Gol e um jato Legacy, quando morreram 154 pessoas) continua sendo utilizado sem nenhuma atualização.

A crise aérea agravou-se após o acidente com o vôo 3054 da TAM em julho do ano passado, no aeroporto de Congonhas - que deixou 199 mortos - e intensificaram-se as críticas quanto à segurança dos aeroportos brasileiros.

Em nota, entretanto, o Comando da Aeronáutica afirma que o Sistema de Controle do Espaço Aéreo do Brasil representa um patrimônio avaliado em R$ 6 bilhões e destaca ter investido cerca de R$ 1,8 bilhão na atualização do controle de tráfego aéreo brasileiro nos últimos anos, modernizando os Centros de Controle (CINDACTA).

Em abril do ano passado, os controladores de vôo (que exigiam a desmilitarização do setor de controle do tráfego aéreo) deram fim à paralisação e voltaram a seus postos após anúncio do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, de que os amotinados não sofreriam punições. O que não ocorreu. Os envolvidos foram julgados por insubordinação. Nota do Comando da Aeronáutica manifesta o afastamento de "lideranças negativas" e o restabelecimento do "funcionamento integral do sistema, dentro das normas de segurança operacional e sem risco para os usuários".

CONTINUA...

ÚLTIMOS ARTIGOS E MATÉRIAS - 09/04/2008

CARTÃOZINHO

 

QUEM NASCEU PRA SAFADO NÃO RENEGA SUA ORIGEM

Que feio, Ziraldo! Quem diria, hein, Jaguar?!

A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça aprovou o pagamento de R$ 11,7 milhões em indenizações a 20 jornalistas que sofreram perseguições políticas durante o regime militar (1964-1985). Fundadores do semanário "O Pasquim", em 1969, Ziraldo e Jaguar (Sérgio Jaguaribe) receberão os maiores valores. Jaguar receberá R$ 1.027.383,29 e Ziraldo, R$ 1.000.253,24. Terão direito ainda a vencimentos mensais até a morte de R$ 4.375,88.

Quem paga é o povo brasileiro. Um país, onde mais de 50 milhões ainda vivem na miséria. Como esses ditos intelectuais não sentem vergonha de sugar a pátria?

 

PAC - Programa de Aparelhamento para Continuidade

 

São Paulo, quarta-feira, 09 de abril de 2008

Por: Paulo RANIER BRAGONDA

SUCURSAL DE BRASÍLIA

Foto: Thiago Bernardes

 

Em reunião, ministro discute como usar o PAC nas eleições

Márcio Fortes (Cidades) diz a deputados que obriga prefeitos do PP a ir a eventos.


Líder da bancada defende que, para ajudar candidatos, "é importante o ministro viajar aos Estados que tenham obras a inaugurar"


O ministro Márcio Fortes (Cidades) durante viagem a São Responsável pela execução de uma das principais fatias do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o ministro Márcio Fortes (Cidades) discutiu explicitamente a melhor forma de usar as obras do programa para beneficiar eleitoralmente o seu partido, o PP. Afirmou que leva políticos pepistas a solenidades de lançamento de obras do PAC.

 

Em meio a frases de deputados federais como "temos que rotular as obras do PAC como nossas" e "a agenda de viagens deve potencializar e valorizar nossos candidatos", o ministro debateu por duas horas com congressistas e dirigentes do PP ontem como colocar o PAC a serviço das candidaturas do partido nas eleições de outubro e de 2010.

 

CONTINUA...

 

Imperialistas

 

Correio Braziliense, 08 Abr

Jarbas Passarinho

 

Nos Estados Unidos, a nova geração é historicamente revisionista. Compreendem-se as críticas às guerras contra o Vietnã e o Iraque. No primeiro, porque, após o fim da Segunda Guerra Mundial e o tempo que durou a Guerra Fria, as perdas de vidas humanas comprometeram a estratégia de adotar a fronteira ideológica, em vez da geográfica, e em Bagdá por julgar Saddam Hussein portador de armas de destruição em massa, além de envolvimento com o terrorismo da Al-Qaeda.

 

No caso das fronteiras ideológicas, a política externa americana visava a tentar impedir o crescimento da expansão do comunismo no mundo. Por isso, as guerras da Coréia e Vietnã, a despeito de estarem geograficamente a milhares de quilômetros dos lindes americanos. Preponderou o medo do efeito dominó, segundo o qual se o Vietnã caísse levaria de roldão o Camboja, a Tailândia e todo o sudeste da Ásia. Os Estados Unidos passaram a ser chamados de polícia do mundo e, inevitavelmente, formaram um império pelo que estão pagando alto preço.

 

Mas o Brasil nunca aspirou a ter política hegemônica. A projeção do Brasil no âmbito da América do Sul é a conseqüência natural da sua superfície e do seu PIB. Nada tem com a teoria de Gramsci, que está em moda citar, como estratégia de domínio a partir da hegemonia. Logo, não cabe a motivação hostil que leva alguns de nossos vizinhos a nos atribuir ações imperialistas.

 

CONTINUA...

 

SOCIALISMO PETISTA

 

O ESTADO DA ARTE DO CORPORATIVISMO CORRUPTO E PREVARICADOR

Geraldo Almendra

04/abril/2008

Os canalhas da política prostituída que se infiltram no poder público são assim: sempre colocam acima de suas responsabilidades, como servidores pagos pelos contribuintes, as relações de afinidades político-prostituídas-meliantes com os militantes das gangs da corrupção e da prevaricação.

 

O socialismo é uma grotesca mentira que tenta combater o capitalismo com um falso discurso de igualdade e justiça social, mas que sempre acaba em sistemáticas evidências de corrupção e corporativismo explícito nas relações públicas e privadas.

Por detrás dessa forma de sistema político-econômico, se escondem os piores canalhas da humanidade; se servem do poder público para criar uma burguesia genocida, corrupta e prevaricadora, iludindo os menos favorecidos com o assistencialismo que limita o acesso às formas mais desenvolvidas de convivência social e subornando os esclarecidos e as elites dirigentes com o bônus do patrimonialismo, tudo o que for possível em troca de um covarde silêncio e de um pacto para o uso imoral e ilícito do dinheiro dos contribuintes.

A “mangabeirização” já virou um valor permanente no comportamento dos esclarecidos que buscam o poder pelo poder em um jogo imoral e aético em que os determinantes são a procura pelos habitat das sinecuras públicas, com a prevaricação como padrão essencial de comportamento.

 

CONTINUA...

 

CENÁRIO DE PALANQUE ELEITORAL - UM FESTIVAL DE MENTIRAS!

 

DEPOIS DAS FOTOS


AS OBRAS DA REFINARIA ABREU E LIMA DEMITEM 1,5 MIL

A CUT DENUCIA, PROTESTA, PEDE INTERFERÊNCIA DO GOVERNO ENQUANTO FALAM EM FARSA AO POVO PERNAMBUCANO

 

 

Ministra Dilma, Hugo Chávez, Lula, o governador Eduardo Campos no canteiro de obras da Refinaria saudados pelos operários que não sabiam que depois da festa seriam demitidos.

 

Toinho de Passira

Fonte: Blog do Jamildo, Portal da CUT-PE


A obra de terraplanagem da Refinaria Abreu e Lima impressionou o Presidente Hugo Chávez pela grandiosidade, a quantidade de operário, as grandes máquinas trabalhando a terra, parecia à construção de uma pirâmide do Egito.


Lula, Chávez e Dilma posaram para fotos, com a maior intimidade com os trabalhadores, que era estimulado a erguerem os braços, para dar um ar de festa à presença das autoridades.


Encerrada a cerimônia, as coisas começaram a mudar...

 

CONTINUA...

 

Esses caras são bandidos?

 


Augusto De Franco

Folha de São Paulo - 04/04/08 - Opinião

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0404200809.htm

 

Há ou não há um padrão? E que padrão é esse senão o do bando que não respeita limites quando estão em jogo seus interesses?


A TRAMA se desenrola no meio político, dominado por uma turma da pesada, cujo chefe mafioso é muito bem-visto pela população em virtude de suas obras de caridade. Mas eis que um investigador de polícia descobre evidências de um crime cometido pelos poderosos. No início, ninguém acredita. Ele é até punido pelo chefe. Mas insiste em puxar o fio. A história vai parar nas mãos de um jornalista corajoso que publica a matéria. Então a coisa toda desmorona. E a população, afinal, enxerga a verdade: os caras eram bandidos.


Há dezenas de filmes assim, exatamente com o mesmo argumento. São quase um lugar-comum em Hollywood. Mas não estamos assistindo a um desses batidos filmes policiais americanos. Estamos no Brasil de 2008, em plena "Era Lula", em que de nada adianta a publicação -nem de uma, nem de cem evidências- de crimes cometidos pelo governo.


Todavia, aqui seria possível concluir que os caras são bandidos?


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Recado bem dado

 

Ernesto Caruso

08/04/2008

 

            O telejornal da Band reproduziu, ontem, trechos importantes da entrevista feita dias atrás com o Gen Heleno, Comandante Militar da Amazônia. O tripé destacado empolga aspectos ligados à questão indígena, que de forma mais próxima do interesse brasileiro, deveria se referir a silvícolas, como abordavam sabiamente as Constituições de 1934, 37, 46 e 67, que tinham por meta a “incorporação dos silvícolas à comunhão nacional”. Ao sucateamento das Forças Armadas e à sua atuação no combate à criminalidade nas grandes cidades que de forma organizada tem constituído zonas liberadas onde o poder público só chega se o narcotráfico local permitir.  

 

            Sobre a deterioração das forças singulares cita o tratamento dado a esse segmento pelos governos nos últimos vinte anos, retratando o que já foi feito pelos respectivos comandantes da Aeronáutica, Exército e Marinha, inclusive em apresentação à Comissão de Defesa no Congresso Nacional. Ou seja, governos dos presidentes Lula, Fernando Henrique, Collor/Itamar e José Sarney, o que demonstra a visão pouco preocupante com o tema segurança externa e quem sabe com coceira, pelo da segurança interna, que foi o sucesso contra uma FARC, com “B”, de Brasil, no lugar de “C” da Colômbia.

 

CONTINUA...

 

Bleagh!

Não dá mais pra engolir alguém metido na presidência urrando nos palanques e na mídia como se estivesse no ABC ou em campanha. Ou como se fôssemos moleques. 

                                 Cao Hering

Minha bronca com Lula nem é mais tanto o seu governo. Estou desistindo. Vou procurar não me preocupar mais com seus arranjos pra ficar bem nas pesquisas nem com seus "não sei de nada", alegando inocência. Vou tentar ignorar sua subserviência ao "pacificador" Chávez, sua imparcialidade com as Farc e a reverência a Evo. Também não quero saber se seus gastos debochados e excessivos com cartões corporativos são "assunto de segurança nacional", nem do esforço da tropa de choque para evitar seu depoimento e o de Dilma Vitrine. E já estou me acostumando com suas tentativas de amordaçar a imprensa e com a petulância de Marco Aurélio Garcia.


Pouco me importa se o tal Lulinha ficou rico da noite pro dia por causa de sua "competência" com uma empresa de não sei o quê. Tanto faz se a turma do mensalão se reelegeu, se o MST invade fazendas produtivas ou se a Via Campesina destrói o árduo trabalho de décadas de pesquisa e seleção de espécies em apenas meia hora, tudo sob as vistas grossas de Lula.


CONTINUA...

 

Lustro de erosão moral

miniartigo

josémariaLealpaes

 

Por que no entorno epidérmico do sr. Lula da Silva não medram o bom senso, a integridade, a grandeza? Zé Dirceu, o guerrilheiro sem tiro nem refrega, caiu como chefe de quadrilheiros. Palocci, cara de franciscano porém invasor do sigilo alheio, desgraçou a vida de um humilde caseiro. E Dilma Roussef elevou o cinismo a dimensões nunca dantes imaginada ao telefonar a Ruth Cardoso para mentir que inexistia dossiê contra o ex-primeiro casal. O presidente é a causa da erosão moral da República nos últimos cinco anos. 

 

IDEOLOGIA E LIBERDDADE DE EXPRESSÃO

  

Doc.51 - 2008

www.fortalweb.com.br/grupoguararapes 

 

Explicada de forma simplista, IDEOLOGIA é a maneira de uma pessoa ou grupo de pessoas pensar sobre filosofias do melhor modo de viver, que podem ser, por exemplo: Religiosas (Católicos, Protestantes, Budistas, Ateus) e Políticas (Democracia, Comunismo, Nazismo). Nas formas ideológicas de encarar a vida, é que cada pessoa acha que somente a sua maneira de pensar é a certa, havendo, contudo, casos de conversão.

 

E essas posições Ideológicas, às vezes, são tão radicais que ocasionam guerras entre nações ou guerras internas dentro de muitas nações. As Cruzadas e a 2ª Guerra Mundial são, respectivamente, exemplos de Guerras, Religiosa e Política, entre Nações. E as Revoluções Comunistas na Rússia e em Cuba são exemplos de Guerras Políticas Internas nessas Nações.

 

Já, a Liberdade de Expressão é o Direito que qualquer órgão de Imprensa ou Cidadão tem de expressar, livremente, as suas opiniões. Mas, a Liberdade de Expressão, dependendo da conjuntura que envolve qualquer nação, nem sempre pode ser absoluta.

 

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Era Lula consagra república sindical

 

http://www.estado.com.br/editorias/2008/04/06/pol-1.93.11.20080406.1.1.xml

 

Setor acumula cargos estratégicos e mais de uma dezena de vitórias

 

Ricardo Brandt e Wilson Tosta

 

Com a regulamentação das centrais sindicais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acaba de consagrar seu governo como o que mais benefícios concedeu aos sindicalistas. Cinco anos após sua eleição, mais de uma dezena de conquistas podem ser listadas, como reflexo direto de suas origens, mas também da massiva ocupação de cargos de comando na máquina federal por ex-sindicalistas.


Uma pesquisa coordenada por Maria Celina D’Araújo, da Fundação Getúlio Vargas, indica que 45% dos cargos de alto comando dentro do governo estão hoje nas mãos de sindicalizados - enquanto a média nacional é de apenas 14%.


A vantagem oferecida por Lula na semana passada às centrais sindicais - livrando-as da fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) - é apenas uma das benesses conquistadas pela categoria como fruto desse espaço obtido. Mas há muitas outras vitórias, como o acordo que fixou uma política de reajuste para o salário mínimo até 2023 com reajuste indexado à inflação e ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a correção da tabela do Imposto de Renda ou mesmo a garantia de que os trabalhadores terão assento nos conselhos das estatais.

 

A Revolução de 31 de março de 1964

 

Carlos Vilmar

31 Mar 08

 

Passados 44 anos do maior triunfo democrático da historia do Brasil, doado a Pátria pelos militares com o sacrifício de muitas vidas, o país está de volta a uma situação política preocupante. Os fatos que dominam o cenário político nacional há muito tempo ultrapassaram os limites impostos pela democracia. As agressões ao sistema democrático são tão explicitas que é difícil de compreender o silencio das autoridades brasileiras e das pessoas mais esclarecidas (Senadores, deputados, juizes, advogados, delegados, empresários, médicos, professores, artistas, jornalistas, engenheiros, militares, meios de comunicação, etc.). Somente os cegos, surdos e mudos não percebem o mal que se alastra pela Nação. A política que se pratica no Brasil, como uma erva daninha que aos poucos toma conta dos campos e sufoca as plantações, vai levar o país a uma guerra, uma luta de irmãos contra irmãos.  O país se encaminha para uma dissolução territorial e um conflito social de grandes proporções.

 

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QUE TAL UMA INDENIZAÇÃO PARA WILSON SIMONAL POR PESEGUIÇÃO IDEOLÓGICA DA ESQUERDA QUE FEZ SEU JUSTIÇAMENTO E TIROU O CANTOR DA MÍDIA E IMPEDIU QUE ?

 

Wilson Simonal: um assassinato artístico


07/04/2008

Dorival Barroso

http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=15585

 

Motivado por um recente documentário sobre a vida do cantor, vou fazer primeiro um resumo da sua carreira, espero que para alegria dos saudosistas da minha geração, para depois, na segunda parte, falar do crime. Quem não estiver interessado em detalhes da carreira pode, tranquilamente, pular a primeira parte.


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CRIME E RECOMPENSA

 

Braço direito de ministra vai para o Conselho Fiscal do BNDES

 

Erenice vai receber R$ 3.500 por uma reunião por mês

ANDREZA MATAIS

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA


Responsável por coordenar a montagem do dossiê com informações sigilosas sobre gastos da família FHC, a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, vai assumir nos próximos dias uma vaga no Conselho Fiscal do BNDES, o que lhe garantirá renda extra de R$ 3.500 para participar de uma reunião por mês.
A vaga é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, mas a Folha apurou que a sugestão do nome dela partiu da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), de quem Erenice é a principal subordinada. A indicação também tem a chancela do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem cabe nomear os conselheiros.
Nos últimos três dias, a Folha buscou confirmar com a Casa Civil, o BNDES e o Desenvolvimento quando foi feita a indicação. Não obteve resposta.


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E Lula quer o terceiro

Entrevista com José Augusto Gluilhon Albuquerque

Professor de Relações Internacionais da USP

 

De um lado, o governo atarantado para explicar o dossiê. De outro, uma oposição em estado de catalepsia. Enquanto isso, afirma o cientista político, o presidente avança.

 

O DOSSIÊ: "É uma manobra diversionista do governo. Abre uma frente de batalha e ataca outra coisa".

 

Mônica Manir

 

As pessoas sofrem se você as convida para algo medíocre”. A frase-pérola do governador Franco Montoro ressoou na cabeça do professor Guilhon quando ele se viu convidado, para não dizer obrigado, a refletir sobre o imbróglio do dossiê da Casa Civil relacionando os gastos da família FHC e de tucanos. Pareceu-lhe medíocre a mobilização de toda a liderança política em torno do documento, quando havia, na mesma semana, uma discussão bem mais premente: o terceiro mandato para o presidente Lula.  


Organizador do livro O Legado de Franco Montoro, lançado pela Fundação Memorial da América Latina com a Imprensa Oficial do Estado, José Augusto Guilhon Albuquerque entende que José Alencar não falou ao vento quando afirmou, na terça-feira, ser desejo do povo que Lula fique mais tempo no poder. “É a segunda fase do projeto de continuísmo”, diz. A primeira, ainda em processo, seria a fritura dos possíveis candidatos à sucessão. José Dirceu e Palocci afundaram-se em escândalos, enquanto Dilma Rousseff emerge como pode do conjunto de planilhas que vazou dos computadores de sua Casa. Nesta segunda fase, antecipa o professor, a idéia é mostrar que o povo na rua estaria disposto a ir contra a Lei Maior pela reeleição de Lula. “Jogar a rua contra o Congresso é antidemocrático porque a nossa Constituição é representativa”. E a oposição? “Está míope, letárgica, ofuscada pelo brilho de Lula”. Em estado de catalepsia, enfim.


(...)


Para o presidente Lula, o futuro político é incompatível com a entrega do poder. De um lado, ele não vê mais nada no PT que tenha a ver com ele. Não há grande diferença para o presidente entre o PT, o partido do vice-presidente (PMR), o PMDB, o PP, todos esses da base governista. Lula não vai ser senador, não vai ser governador, não vai ser prefeito, não gosta de nada disso. Não é uma pessoa que possa ter profissão própria, mesmo porque a profissão de torneiro mecânico não existe mais. E ainda terá um número desconhecido de questões judiciais que virão à tona com a saída dele e que hoje estão seguras porque todos os mecanismos de polícia e uma parte da Justiça estão travados. O que ele tem feito nos últimos 20 anos? Campanha política, viagens pelo Brasil, discursos em palanque. Sua saída, do ponto de vista pessoal, seria muito ruim.

(...)

 

 Essa segunda fase começou com o José Alencar. É algo que, até o momento, tem sido mais ou menos contido: o Lula, com a sua capacidade carismática, pôr o povo na rua para ir contra a Constituição. E isso o Alencar acabou de anunciar. Não importa a Constituição, importa o que o povo quer. É muito grave. Ele está chamando para um golpe.

(...)

No governo FHC, quando foi feita a mudança constitucional que permitiu a ele se candidatar, havia certo consenso de que aquilo seria um golpe, mas o processo seguiu os trâmites no Congresso. O que o vice está dizendo é o seguinte: temos de mudar essa regra, e é povo quem vai decidir, não o Congresso.

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A política brasileira, o arco-íris e o pote de ouro

 

Carlos Vilmar

10 Mar 08

   ....a lenda diz que no final do arco-íris existe um pote de ouro..

 

A partir de 1985, ano em que os militares entregaram o governo aos civis, políticos de todos os matizes, sedentos de poder, se apresentaram como os legítimos condutores da democracia. Desde então, como mostra a corrupção instalada nas instituições públicas, a política vem se afastando dos ideais democráticos e, cada vez mais, se dedica a atender as conveniências de quem está no poder. Nas últimas décadas a política nacional se transformou em um grotesco show de falta de ética e de moral. Os destaques desse festival de indecência ficaram por conta dos intermináveis assaltos aos cofres públicos e a falsidade explicita que vigora na política. A desonestidade escancarada que rege o ambiente político, facilmente percebida e sentida pela sociedade, chegou um patamar que a frase “todo o político é ladrão” virou conceito nacional.

 

Os ditos representantes do povo, da mesma forma como agem os malandros em geral, vivem se desdobrando para encontrar uma maneira de levar vantagem.  As últimas manifestações desse “modus operandi” imoral e hipócrita que faz o país sofrer, foram à invocação da Lei de Segurança Nacional para evitar que os ilícitos (furtos?) praticados com os cartões corporativos fossem investigados e a criação de uma Lei, no Senado Federal, que impede que os Senadores sejam processados por crimes anteriores as legislaturas. Atos que, somados ao elenco de falcatruas carimbadas com a impressão digital de parlamentares, demonstram o desprezo do poder político para com a sociedade.

 

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CORONEL LÍCIO RECEBE MEDALHA TIRADENTES NO RJ

 

Dep. Fed. Jair Bolsonaro,

Cel EB Lício, Sra. Leda

Dep.Est. Flávio Bolsonaro

Vereador Carlos Bolsonaro. 


A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro agraciou, no último dia 31 de março, com a Medalha de Tiradentes, o Herói da Independência, a um outro Herói brasileiro: o combatente da Guerrilha do Araguaia, Coronel R1. Lício Augusto Ribeiro Maciel, formado em engenharia eletrônica pelo IME, pára-quedista e combatente de selva por aptidão.

 

Publicado por: http://reservativa.blogspot.com/2008/04/medalha-o-nico-reconhecimento-aceito.html

 

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Com método

(O Globo, 02Abr08)

 

Merval Pereira

 

 Se acreditarmos nas versões oficiais, este é um governo que não tem rumo, no qual cada um faz e fala o que quer, os vazamentos de informações sigilosas ocorrem sem que se possa controlá-los, "pessoas maldosas" ou "aloprados" montam dossiês contra adversários do governo sem que ninguém tenha mandado ou tenha idéia do que se passa nos intestinos do poder. Quadrilhas são montadas à sombra do Palácio do Planalto, segundo acusação acolhida pelo Supremo, o presidente se diz "traído", e nunca ninguém sabe de nada. Mas este parece ser um método de fazer política. Pegue-se o caso do eventual terceiro mandato do presidente Lula, tese que volta e meia ressurge nos meios políticos apesar de ele próprio já tê-la descartada inúmeras vezes, algumas até enfaticamente.

 

Será simples coincidência que, paralelamente à maratona de inaugurações de fitas e lançamentos de pedras fundamentais de futuras obras do Plano de Aceleração do Crescimento, o já famoso PAC, o vice-presidente da República, José Alencar, venha a público defender mais um mandato para o presidente Lula?

 

A TV chapa branca

 

Terça-feira, 8 abril de 2008

 

Se havia ainda alguma dúvida com relação ao risco de instrumentalização política da TV Pública, ela foi desfeita por dois fatos recentes. O primeiro fato foi a demissão do jornalista Luiz Lobo, editor-chefe do primeiro e único programa que a TV Brasil produziu desde sua estréia, em dezembro de 2007. Ele foi afastado do cargo na sexta-feira por se recusar a interferir no noticiário, em favor do Palácio do Planalto. O segundo fato é o relato que o jornalista Eugênio Bucci faz no livro A guerra entre a chapa-branca e o direito à informação, que chega esta semana às livrarias, sobre as dificuldades que teve para manter um padrão de isenção na Radiobrás, nos quatro anos em que dirigiu a empresa, no primeiro mandato do presidente Lula.


Os dois fatos compõem uma tendência que derrota o argumento invocado pelo chefe do governo para justificar a criação da TV Pública. Para Lula, seu objetivo seria apenas divulgar programas culturais e didáticos, não podendo jamais ser convertida em instrumento de promoção. 'Eu sonho grande, não sei se a gente vai conseguir construí-la. E que não seja coisa chapa branca, porque chapa branca parece bom, mas acaba enchendo o saco. Não é coisa para falar bem do governo, é para informar. A informação tal como ela é, sem pintar de cor-de-rosa', disse Lula em 28 de março de 2007, quando deu posse ao ministro encarregado de implementar esse projeto, Franklin Martins.

 

RESGATE NA SELVA AMAZÔNICA

 

A incrível história da “OPERAÇÃO PENTE FINO” e dos homens do avião 2068 da Força Aérea Brasileira, que esperaram o socorro de seus camaradas. 

 

Por Ribeiro Neto e De Paula

 

Os 26 jovens a bordo do avião 2068 da Força Aérea Brasileira, nas primeiras horas da madrugada de 16 de junho de 1967, sabiam que estavam em situação de desespero. O Comandante Capitão Aviador Newton Nogueira de Almeida, veterano de 3.000 horas de vôo sobre a selva, estava banhado de suor. Vivia o pesadelo que há tanto temia. Em primeiro lugar, quebrara o seu radiogoniômetro. Ventos contrários haviam-no arrastado para muito longe de sua rota.   Depois de procurar inutilmente uma pista de pouso de emergência dentro da escuridão de breu, seguia uma direção que poderia levá-lo ao Aeroporto de Ponta Pelada, em Manaus. Mas isso exigiria um milagre: o seu indicador de combustível estava em zero. As manetes já estavam abertas ao máximo, mas o Comandante Nogueira de Almeida empurrou-as ainda mais. Talvez pudesse assim arrancar um ou dois quilômetros. Sabia que eram muito pequenas as probabilidades de sobreviver a uma queda e as esperanças de socorro para algum sobrevivente seriam ainda mais remotas.

 

(...)

 

 “O resgate dos sobreviventes do avião 2068 transcende a história e a atmosfera da Força Aérea Brasileira, impregnados do espírito heróico de nossa juventude, para sugerir-nos um símbolo de bravura, da energia e da perseverança de todo povo brasileiro, no desbravamento da selva amazônica e na afirmação cada vez mais vigorosa, de nossa soberania, em uma das mais vastas e fabulosas regiões da terra. É um episódio que nos enche de emoção, como seres humanos, e de orgulho, como habitantes deste país”.  

 

DEVOLVAMOS TUDO AOS PRIMEIROS HOMO SAPIENS

Estou preocupado com a evolução dos povos indígenas e com o medo que está se espalhando pelo Estado. Assim que a desintrusão ocorrer, teremos condição de viver e produzir em paz. Os brancos têm que pagar pela dívida de mais de 1.500 anos massacrando os índios”.

 

Esta é a frase de um dos líderes indígenas que é favorável à expulsão dos não índios da Reserva Raposa da Serra do Sol, em Roraima. Reparem como ele repete como papagaio aquilo que fizeram ele decorar. Há inúmeras contradições dentro dessa única frase - acho mesmo que poderia concorrer, no Livro dos Recordes (Guiness Book) nessa categoria, se é que ela existe.

 

(...)

 

 

Leiam, abaixo, tudo o que se tem publicado sobre o genocídio que se aproxima de Roraima:

 

 MATÉRIA 1

 

OBSERVAÇÕES PRECISAS DO CORONEL REFORMADO ROBERTO MONTEIRO DE OLIVEIRA

 

Embora caiba aqui um longo comentário sobre os crimes cometidos neste episódio por LULA e seu Ministro da Justiça contra a LSN e contra o CPMB, vou fazer apenas uma indagação.... de que lado se posicionarão os comandantes das 3 Forças Singulares?? (perguntar não ofende, né?!); conforme for, é bom que eles  percebam que poderão ser acusados de cumplicidade (consciente, ou inconsciente, pouco importa !!!)...

(...)

  

Matéria 2

 

Operação Upatakon 3

 

Surumu é isolado por via terrestre, aérea e fluvial

 

Cúpula da operação da PF chega hoje a Boa Vista 

 

MATÉRIA 3 

 

Arrozeira organiza abaixo-assinado para pedir atuação do Exército em Roraima

 

MATÉRIA 4

 

Chorar o arroz derramado

 

MATÉRIA 5

 

CIR - As raposas ao sol

 

MATÉRIA 6

 

Desintrusão Apátrida e a Heróica Resistência

 

MATÉRIA 7

 

Governo Lula enfrentará grande teste com as Forças Armadas

PF decide retirar arrozeiros de reserva indígena em RR

 

Exército se recusa a dar apoio. Risco de conflito é considerado alto

 

MATÉRIA 8

 

Roraima, arroz e banho de sangue

 

PF pronta para desocupar reserva indígena. Exército só deverá intervir no último caso

 

 

MATÉRIA 9

 

Militares não participam da retirada de não-índios, apesar de mais bem treinados e de conhecerem melhor a região.

 

MATÉRIA 10 

 

Coisas da política: O conflito em Roraima

Grupo contrário à ação da PF em Roraima produz bombas

(Folha de São Paulo, 07Abr08)

 

MATÉRIA 11

 

NAÇÃO DESTRUÍDA!  POBRE BRASIL!

 

MATÉRIA 12

TRAIÇÃO AO BRASIL

 

MATÉRIA 13

HOLANDA, INGLATERRA, FRANÇA e EUA, TREINAM TROPAS NA AMAZÔNIA

A presença de tropas de outros continentes (6.300H) em 20 bases ao longo da fronteira e mais de 600 ONGs na Amazônia, são uma ameaça à Soberania Brasileira.
 
(...)
 
ONGs financiadas por multinacionais, querem dominar a exploração mineral ou exploram o homem da floresta para levar para modernos laboratórios (roubo da biodiversidade) no exterior fórmulas para fabricação de medicamentos que nos vendem por preços inadmissíveis.

 

 

HOLANDA TREINA TROPAS NA AMAZÔNIA

Por Paulo Cesar Magnani

(pc.magnani@gmail.com)

06/04/2008

 

Causou estranheza nos meios militares brasileiros, e certa preocupação nos que acompanham os avanços dissimulados das nações mundiais sobre a Amazônia brasileira.

 

CONTINUA...

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